quinta-feira, 24 de março de 2011

Salário mínimo,a maior vergonha!


Texto criado na aula de Estratégias Discursivas -
Prof Mirian M.

Por Melissa Rachel


O Planalto jogou duro ao exigir a aprovação no Senado do salário mínimo de R$ 545,00 sem a inclusão de cacos ou emendas no projeto aprovado pelos deputados. O governo não admite, em hipótese alguma, que o projeto volte a ser apreciado pelo plenário da Câmara, atrasando a entrada em vigor da nova política do piso.

Um trabalhador que recebe apenas um salário mínimo de R$ 545,00, que foi aprovado, terá que trabalhar por 56 anos ininterruptos, sem gastar nada, para enfim somar o equivalente ao recebido por um deputado federal em um ano de mandato.

O site Congresso em Foco fez uma conta que mostrou o limiar que separa assalariados comuns dos parlamentares de Brasília. Com o recente aumento
aprovado no fim do ano passado, os congressistas, a presidente, o vice e os ministros recebem, por ano, 15 salários de R$ 26,7 mil, o que soma o equivalente a R$ 400,5 mil. Já o trabalhador assalariado será 13 ordenados de R$ 545, o que dará R$ 7.085. Numa outra comparação, quem recebe R$ 545 por mês levará quatro anos para alcançar o que parlamentares têm em sua conta após um único mês de trabalho.

A Câmara dos Deputados aprovou o aumento defendido pelo governo, contra as propostas de R$560 e R$600 feitas pelas centrais sindicais e pelo PSDB. O Planalto espera uma correção da tabela do Imposto de Renda em, no mínimo, 4,5%, mas esse porcentual pode ser maior.

Com a correção maior do salário mínimo, o governo também elevará os gastos públicos neste ano, R$ 300 milhões a mais em gastos por conta do pagamento de benefícios previdenciários a cada R$ 1 de reajuste. Deste modo, o aumento em R$ 5 no salário mínimo poderá ter um impacto de
R$ 1 bilhão a R$ 1,5 bilhão nas contas públicas em 2011.

Traçando uma linha cronológica, vemos que quando foi implementado, na década de 1940, o salário mínimo era regional e seu valor dependia do custo de vida de cada região, podendo assumir até 14 valores diferentes.

Assim, tínhamos em São Luiz (Maranhão) e Teresina (Piauí) o valor de
Cr$ 120,00. Já na cidade do Rio de Janeiro, o salário valia o dobro,
Cr$ 240,00. Ao longo das décadas o salário mínimo foi perdendo essa regionalidade, buscando cada vez mais a unidade. Com a inflação sobre controle da ultima década e todos os reajustes anuais o último valor, R$ 465,00, já era tido para muitos como insuficiente para atender as chamadas necessidades
básicas alimentação, moradia, vestuário, transporte, lazer, saúde, educação, higiene, previdência) de uma família com mais de 4 componentes.

Nem todos os trabalhadores se dão ao “luxo” de receber pelo menos um salário mínimo por mês, esse é o caso de alguns trabalhadores da iniciativa privada que não tem o teto salarial definido por lei. No estado de São Paulo, por exemplo, existe o piso salarial
regional, são 3 faixas indo de
R$505,00 a R$545,00, dependendo da qualificação do trabalhador e da função exercida. A medida porém não se aplica a servidores públicos, municipais ou estaduai
s.

sexta-feira, 18 de março de 2011

O trabalhador no Ministério / Estratégias Discursivas em Comunicação.


Texto feito na aula de Estratégias Discursivas em Comunicação Com a Prof. Mirian Magalhães. O Objetivo era construir um texto contraditório conforme as normas da matéria "Demonstração pelo Absurdo".

Segue o texto.
Por Melissa Rachel.

O trabalhador no Ministério.

Quem precisa tirar documentos ou dar entrada no seguro desemprego deve se dirigir a um dos postos do Ministério do Trabalho existentes em vários bairros no Rio de Janeiro, onde será atendido por especialistas que darão informações exatas e irão ajudar com educação e eficiência a dar entrada ao seguro desemprego.

Para isso é necessário possuir muita paciência e calma para enfrentar cerca de 5 horas de fila, que apesar de não serem monstruosas, o atendimento leva de 15 a 20 minutos por pessoa, e nessa segunda feira, (dia 14) existiam apenas 4 pessoas para prestar atendimento aos interessados.

Esse problema não aconteceria se as empresas não demitissem seus empregados em peso e próximo de datas comemorativas e feriados prolongados, como o carnaval que tivemos na última semana. Devido a isso, a procura nesses postos é grande e os atendentes não dão conta.

O Governo Federal vem desenvolvendo ações na direção da promoção de igualdade de oportunidades a grupos, por esse motivo os postos do Ministério do Trabalha não possuem filas especiais para idosos, gestantes e deficientes físicos, dependendo, assim, da boa vontade e educação da própria população que já estava aguardando a horas na fila.

Então, para quem realmente não tem escapatória, é importante ir bem alimentado e não esquecer a garrafa de água para evitar pagar R$ 4,00 em uma de 350ml como estão vendendo no posto do Ministério do Trabalho no Norte Shopping, Zona Norte do Rio.


sexta-feira, 11 de março de 2011

Texto sobre o artigo “O Jornalismo e Jornalismo e objetividade- Ali Kamel ’’

Por Melissa Rachel


A matéria criada por Kamel em Janeiro de 2007 vem questionando um tema interessante para todo estudante de Jornalismo: o jornalismo é um campo de batalha de ideologias ou é uma forma de conhecimento da realidade? São vastas as opiniões para essa questão. Mas venho por esse texto transmitir a minha.
Por toda a área de comunicação, são mostradas as duas formas sendo exercidas pelo jornalismo. Basta apenas o leitor escolher a que melhor se conforta ao seu modo e estilo de vida.

A forma ideológica é inevitável pelo modo de interpretação e interesse de cada jornal tanto impresso como, digital, televisivo e radiofônico. Na maioria das vezes, a editora (ou o poder maior da empresa) transmite oque foi pesquisado e passado pelo jornalista retorcidamente para se adequar justamente aos interesses, tanto políticos como outros. Assim, passando uma ilusão para o leitor sobre os fatos, transformando-se em publicidade. Pois a partir do momento em que o jornal passa a notícia de forma retorcida, estão vendendo opiniões, e não a verdade. Tendo como objetivo conquistar leitores a uma certa ideia. Nesse caso, fica difícil o leitor produzir suas próprias ideias.

O Jornalismo por sua vez deve ter como objetivo transmitir sempre a verdade, relatando os fatos com fidelidade e de forma transparente. Como afirma Kamel “o jornalismo é uma forma de conhecimento” e a maioria dos leitores acreditam com relevância em tudo que é transmitido. Já o jornalismo de opinião,
sendo criado de uma forma ética, não podemos rotular como publicidade, pois fica claro a ideia escolhida pelo jornalista para defender ou criticar, e como eu já havia dito antes, basta o leitor escolher o tipo de matéria que o interessa.

Para que o jornalismo consiga transmitir de forma transparente um acontecimento, é necessário que o jornalista esqueça seus preconceitos e muito menos citar opiniões formadas sobre o assunto que esta trabalhando. Evitar idiossincrasia é essencial. Se for publicado algum assunto com divergência e não for corrigido, o responsável ficará sujo no mercado. O mais importante é que o profissional seja ético e tenha senso, afinal, jornalista é jornalista 24h por dia.