segunda-feira, 25 de abril de 2011

A Visita da “Família Real” Norte-Americana em solos Tupiniquins

Texto criado usando o modo Indução por autoridade.
Por Melissa Rachel


A Visita da “Família Real” Norte-Americana em solos Tupiniquins

Nossas manchetes mais uma vez foram recheadas de notícias oriundas dos EUA, mas dessa vez o endereço de destino dessas notícias foi o solo b
rasileiro. Além de Brasil, Chile e El Salvador completaram o tour de Barack pela America Latina entre os dias 19 e 23 de março. Milhões de segredos cercaram a visita da família do presidente norte-americano Barack Obama ao Brasil e suas reais intenções.

O pouco que se noticiou foi que a visita seria de dois dias, com uma rápida escala de 12 horas na capital Brasília, onde ocorreu um encontro com a Presidente Dilma Roussef. Após assinaturas de decretos envolvendo os dois países, iniciaram-se as ofensivas militares comandados pela comunidade internacional sobre a Líbia, com o lançamento de mísseis. O presidente americano falou à imprensa de seu país sobre o tema diretamente de Brasília. Logo após Obama e sua comitiva desembarcaram no Rio de Janeiro para o grande ato, o presidente dos Estados Unidos da América falou com alguns representantes do governo no Teatro Municipal no centro da cidade. Após visitou comunidades pacificadas e pontos turísticos.

Segundo o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, Obama tratou de uma “grande variedade de temas” pelas cidades que passou. A relação inclui questões econômicas, a geração de emprego por meio da intensificação do comércio e das parcerias, a cooperação nas áreas de energia e segurança, os valores compartilhados e outros assuntos de importância regional e mundial.

Ninguém tem o direito de julgar a importância dos assuntos que foram tratados nesses encontros, porém existe uma grave catástrofe natural que assola todo o mundo nesse momento. Além das dificuldades vividas pelo Japão por conta do último terremoto no dia 11 de março, o país vive a iminência de uma calamidade não tão natural, uma contaminação nuclear de proporções ainda desconhecidas gerada pelos danos provocados no complexo nuclear de Fukushima. De fato Barack Obama é o homem no cargo de maior importância do mundo, não nos cabe também julgar os fatos que o levaram a ocupar está posição. Porém, vale uma ponderação. O que estaria fazendo o homem mais importante do lado de cá do mundo quando o “bagulho” está pegando fogo do lado de lá?

Vamos nos ater novamente aos fatos. Segundo relatório produzido para o 1°Ministro Russo Vladmir Putin pelo Institute of Physics of the Earth (Instituto de Física da Terra), em Moscou no dia 09/03/2011, as Américas estariam em perigo de sofrer um mega-terremoto de proporções catastróficas durante as duas semanas (14 dias) seguintes, com uma ênfase específica nos Estados Unidos, México, América Central e América do Sul da costa Oeste, juntamente com a Nova Falha de Madrid. Este relatório ainda havia definido como “mais do que provável” de ocorrer no mínimo 4 ocorrências com tremores de magnitude igual ou superior a 7,3. Mais um fato que serve como fomentador de dúvidas é o que o Exército dos Estados Unidos anunciou para a semana da visita de Obama as Américas, que estaria prevendo um evento de formação rara, envolvendo o Exército dos EUA, a CIA, os oficiais do Canadá, do Tesouro dos EUA e departamentos de Estado, a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional, a Cruz Vermelha Internacional, para 21-25 de março, em Fort Leavenworth, Kansas, e que caso o pior ocorresse, eles certamente estariam preparados para isso.

A ferramenta indispensável para o jornalismo são as informações, e se elas nos são “ocultadas”, ou simplesmente deixadas de lado por interesses exclusos, não nos permitem ter uma verdadeira noção da “realidade”. O papel principal da imprensa é informar, especulação deve ser deixada para os espectadores que podem ter qualquer ponto de vista, desde que tenham acesso à íntegra dos acontecimentos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

RJ x SP purgatório da beleza e do caos.

Texto criado usando o método Indução por analogia.
Por Melissa Rachel, João Vitos e Gisele R.R



RJ x SP purgatório da beleza e do caos.


A região sudeste do Brasil abriga duas das mais importantes cidades do mundo. O Rio de Janeiro é a princesinha do Brasil, com suas praias e enorme quantidade de belezas naturais, Cristo Redentor, a 8° maravilha do mundo, e a simpatia de seus nativos; enquanto São Paulo é considerada a maior metrópole da América do Sul, com seus enormes edifícios e intermináveis malhas rodoviárias, sua economia pulsante e sua população incansável, que ditam o ritmo do crescimento econômico brasileiros.

O Brasil já é um país muito procurado quando o assunto é turismo por possuir inúmeras belezas naturais e uma orla marítima belíssima, é quase uma parada obrigatória em viagens ao continente sul americano. E quando o assunto é atração turística, o Rio de Janeiro é o carro chefe do país. Passando pelo verão e suas lindas praias, o carnaval e suas escolas majestosas até o espetáculo dos fogos na orla de Copacabana na virada do ano os cariocas e todos os visitantes da cidade usufruem de uma vasta programação. Já São Paulo, apesar de também possuir pontos turísticos, é mais voltada para o campo lucrativo e profissional.

Ao olhar dos investidores, a cidade de São Paulo possui uma excelente estrutura para o crescimento econômico. Desde a enorme quantidade e qualidade de material humano para trabalho até a grande movimentação de capital que gira pela cidade, Sampa é o principal foco de investimento estrangeiro no Brasil. O Rio, apesar dos recentes investimentos trazidos pela Copa do Mundo de 2014 e pelas Olimpíadas de 2016, continua com um caráter mais informal, focado para a área do entretenimento e
turismo.

O povo carioca, tido como o mais simpático do mundo, encontra na sua realidade diversos motivos para abandonar esse caráter mais pacífico, mesmo assim não deixa de lado sua receptividade amistosa e seu lado lúdico. Os paulistas já tem um outro estilo de vida, com seu ritmo acelerado, são mais dinâmicos e propícios a uma rotina mais estressada.

Cada cidade tem sua peculiaridade, o que torna o Brasil esse país de cultura miscigenada que todos nós conhecemos. Pessoas de diferentes raças, realidades e comportamentos formam uma sociedade que respeita suas diferenças e que aprendeu a conviver com elas, algo tido como raro diante de tanta intolerância que ocorre em diversas partes do mundo.